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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Feliz Aniversário Sr. Biét

 
O Sr. Biét como um bom pisciano é só tranquilidade, não preocupou com as convenções e os transtornos que nos causaria todos os anos. Ele resolveu nascer dia 29 de fevereiro.
Quando vamos parabeniza-lo dia 28/02, ele diz: eu não “nasci” ainda, se parabenizamos dia 1º, ele diz; março eu já tinha nascido, vocês estão atrasados! Dificil né?   
Meu bem feliz aniversário!
Você sabe o quanto a sua família te ama e o quanto vc é importante para nós!
Te Amamos!!

 

Verdade

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade!...
Prá ganhar teu amor fiz mandinga (rssrs)
Fui a ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o seu coração fiz zueira...

Fui a beira do rio e você
Com uma ceia com pão
Vinho e flor
Uma luz prá guiar sua estrada
A entrega perfeita do amor
Verdade!...

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade!
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração
E a minha paixão adormecida...

Meu amor, meu amor, incendeia
Nossa cama parece uma teia
Teu olhar uma luz que clareia
Meu caminho tal qual, lua cheia...

Eu nem posso pensar te perder
Ai de mim esse amor terminar
Sem você minha felicidade
Morreria de tanto penar
Verdade!...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Qual o pior dos lixos?


Tempos remotos!

Na realidade não tão distante assim. Nós que estamos entre os 35 anos pra cima somos de uma geração que vimos o desenvolvimento mágico, rápido da tecnologia. Há pouco tempo não conhecíamos nem os primórdios, como o celular, Vídeo games, vídeo k7 e tantas outras coisas. E Os meios de comunicação! Demorava com a chegada do bom e velho carteiro com as cartas, algumas até perfumadas e telegramas. Havia também os bilhetes, recado boca a boca e os telefones fixos só para alguns. Essa era nossas opções.
E a ideia de conceitos sobre invasão de privacidade.  Olhar pelo buraco da fechadura, ouvir atrás da porta, fofocar e mexer no lixo!
Quem que poderia imaginar em arrumar namorada (o) em rede social. Ouvi dizer que há um grande diferencial apontado por uma companhia é o chamado "Hub", que integra em uma mesma tela todas as redes sociais - Facebook, LinkedIn, Twitter, o sistema e mensagens da RIM BBM e o e-mail. (Não entendi muito bem!).
Pois bem dizem por ai que nas redes sociais tem horas que a pessoa pode esta paquerando até 10 pessoas ao mesmo tempo, dai lembrei-me de Fernando Veríssimo.
“Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa! Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo.( E acho que ele nem referiu a rede social).

Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca na sua vida?”.

Logo lembrei do texto de sua autoria: O Lixo!
 
 
 
O Lixo de Luiz Fernando Verissimo

Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.- No seu lixo ou no meu?

Têm coisas que é melhor a moda antiga, vocês não acham?

 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Eu Também Roubei varias Rosas!


Ainda bem que as rosas não falam simplesmente as rosas exalam perfumes!
 
Que alivio que senti ao ler o texto de Clarice Lispector e saber que ela também roubava rosas. O meu sentimento de pecadora se transformou em poesia!

Eu tenho uma vizinha que tinha roseiras lindas, somos vizinhas à 39 anos, não vou arriscar a dizer  o nome dela, vai que alguém lê isso aqui e me denúncia. Melhor não arriscar. ( risos).

As rosas roubadas era pra minha professora preferida dona Amélia, Dona Amélia é que  era  professora de verdade.
 
Ela Amava as rosas! E eu amava ver seus olhos brilharem!    

Ontem a Tina me chamou de flor de Goiás e o Manoel concordou,  dai resolvi roubar virtualmente duas flores do cerrado. Flor de pequizeiro e presenteá-los. Essa é pra vc Tintina e para Manoel, uma pra cada!

Essa é a verdadeira flor de Goiás!
 
 
Texto de Clarice Lispector
Cem Anos de Perdão
 
Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.
Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. "Aquele branco é meu." "Não, eu já disse que os brancos são meus." Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.
Começou assim. Numa dessas brincadeiras de "essa casa é minha", paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.
Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.
Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.
Eis-me afinal diante dela. Para um instante, perigosamente, porque de perto ela é ainda mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.
E, de repente - ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.
O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.
Levei-a para casa, coloquei-a num copo d'água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.
Foi tão bom.
Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.
Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensangüentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.
Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.
 
Eu te entendo Clarice!
 
 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Plantar





A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes.

Desejo uma semana linda para você, como um jardim florido!  

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Ano que nasci.

Nasci na década de 70. Anos de chumbo, ditadura militar. Só que não vim falar de coisas ruins como perseguição política e movimentos de esquerda, Sindicatos e as greves no ABC paulista, ativismo estudantil (A unica coisa que não deveria ter acadabado), torturas, boca fechada, medo! Nasci no governo de Emílio Médici em 1971. Enquanto o Brasil Estava pegando fogo eu mamava, dormia recebia carinho e crescia, nessa época Goiânia ainda era uma cidade pacata um interiorzinho. Apesar de que ainda hoje 2013 têm muitos cariocas e paulistas desinformados que acham que aqui em Goiânia onça anda nas ruas junto com os indizinhos pelados e que Goiânia é uma fazenda asfaltada! Isso é uma lenda! Goiânia tem apenas 78 anos com 1.733,767  habitantes.

Uma vez fui ao Rio de Janeiro a trabalho e uma senhorinha me perguntou se eu conhecia a  Dona das dô, rsrsrss.... _ Não querida eu não conheço!

Bem voltanto ao que interessa no ano que nasci tinha uma coisa muito legal. Acontecia todos os anos, era o Festival de Musica Popular Brasileira. “Festival da Música Popular Brasileira foi uma série de programas transmitidos por algumas emissoras de televisão brasileira (TV Excelsior, TV Record, TV Rio, Rede Globo) entre os anos de 1965 a 1985. Esses festivais consolidaram a música popular brasileira, além de revelar e consolidar grandes compositores e interpretes da nossa música (Elis Regina, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Geraldo Vandré, entre outros)”.

No ano que nasci com certeza não curti este festival, mas curti em outros anos, e estou aqui falando de ditadura, Goiânia e bla, bla bla.... Para dizer que a decada de 70 também teve coisas boas como belas composições e musicas, acho que as melhores,  pelo menos é a minha opinião.

Dai contei essa historia toda porque acordei com uma musica na cabeça e não é a musica o bondé do tigrão! È uma musica linda pelo menos eu adoro! Dai quiz compartilhar com vcs!
 
 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Customizar


A palavra customização é um termo usado há pouco tempo. Eu me lembro bem que quando eu e meus irmãos éramos crianças, minha mãe costumava digamos... Adaptar as peças de roupas que não servia no irmão mais velho para os irmãos menores. E ela era excelente nisso, era não é até hoje!   E olha que ela tinha que ser bem criativa porque somos seis irmãos.

Estas “adaptações” eram feitas para economizar, é deixar seus rebentos bonitos! Como sou uma das mais novas só usava roupas customizadas, era um detalhe aqui, outro acola e pronto... Bonita que só!  
 
Hoje o que mais tem no mundo da moda é reportagens falando sobre customização. Cada uma com suas belas frases:
“Customização já”!

“A principal tendência de marketing da virada do milênio dá conta da individualidade do consumidor”.

“Na nova era do indivíduo, bem-estar, valores pessoais, uso da tecnologia para o conforto e a busca de elementos essenciais na natureza fazem toda a diferença”. “No mundo maravilhoso do marketing e do consumo, a palavra-chave é customização”.

Bem... poderíamos falar sobre as varias situações que envolvem a customização. Entre tantas a que eu acho mais legal e a que envolve a conscientização das pessoas com relação ao consumismo, consumo sem necessidade e desenfreado.

as pessoas estão começando a perceber que a compra desenfreada não faz sentido além de prejudicar o meio-ambiente e muito se tem discutido sobre o consumo sustentável.
Enfim, eu tenho um primo lindo que esta cada dia melhor nesse negocio de customização, ele e designer gráfico e faz trabalhos lindos! E eu fico só babando nos seus trabalhos.
O nome dele é Tales Paulo e mora em Natal R.N.

Olha só alguns de seus trabalhos!
 
 
 
 
CAPINHAS DE iPHONE
 
 
 
 
ESSE É O CARA!
Se vc tem vontade de ter alguma coisa personalizada é só falar comigo que eu falo com ele rssrsrsr!
Muito legal né?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Eu.


Hoje acordei arretada (brava), parecendo onça que foi cutucada com vara curta!
E o pior de tudo que tenho que sorrir pra todos, quando o que queria era nem dizer bom dia.
Ninguém tem culpa da minha “ arretadez”!
Alguém já acordou assim?
 
Hoje ...
Preciso de óculos novos!
Preciso pratica yoga.
Preciso de Tina minuto de sabedoria!
Preciso de Ana e seu bom humor, ou quem sabe catar feijão!
Preciso de Carol e seus mimos e laços e fitas!
Preciso do Super Manoel.... E o texto dele veio a calhar!
Preciso de Ana Virginia com sua doçura!
Preciso de marci com sua meiguice!
 
Não se assustem não minha gente, não é todo dia que é assim, é só uma vez ou outra!

Logo passa, se não passar hoje passa amanhã.

 

Eu triste sou calada
Eu brava sou estúpida
Eu lúcida sou chata
Eu gata sou esperta
Eu cega sou vidente
Eu carente sou insana
Eu malandra sou fresca
Eu seca sou vazia
Eu fria sou distante
Eu quente sou oleosa
Eu prosa sou tantas
Eu santa sou gelada
Eu salgada sou crua
Eu pura sou tentada
Eu sentada sou alta
Eu jovem sou donzela
Eu bela sou fútil
Eu útil sou boa.
Me abraça? :)