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sábado, 8 de outubro de 2011

Final de Semana!

"O lazer, eis a maior alegria e a mais bela conquista do homem."
(Rémy de Gourmont)


"Toda melhoria intelectual surge do lazer."
(Samuel Johnson)



Nem todas as pessoas têm a oportunidade de fazer o que gosta durante a semana. Trabalho, obrigações, correria... Os dias passam e não fazemos o que gostamos.
Mas hoje é sábado!
Pense em algo que você gosta muito de fazer, e faça!


























Um excelente final de semana pra você

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Eu!




Hoje sou a Alessandra, mulher, mãe, amiga, filha de Francisca e de um homem que carrega em seu nome a paciência de um santo bendito. O seu expedito.
Amada por uns, odiada por outros, indiferente para alguns, ninguém para tantos e única para mim.

Sou feliz quase todos os dias e triste algumas noites. Tenho medos  e pavores, quando apagam as luzes e os abajures.

Mas antes de ser Alessandra fui Maria, fui Cassandra, fui João, fui príncipe fui plebeu. Fui pedra no sapato cobra e macaco, depois homo sapiens um tal de animal racional. Foi ai que tudo ficou mal. Que confusão! O que é certo? O que é errado? Tudo isso foi criado. Os mais espertos criaram leis, deuses e aléns!

Caminhei sem rumo a trás do que comer. Tive bando tive terras pra andar, tive água pra beber, senti fome. Foi ai que tive a necessidade de parar, pra minha morada fixar...
Tive idéias, ideologias, briguei pelas minhas verdades na confusão de muitos gritos da certeza das verdades da oposição! 

Joguei pedra na cruz, fui queimada na inquisição, fui herege fui ladrão. Nasci homem, nasci mulher, entre uma e outra vida me senti em confusão. Sem saber qual opção fui gay! E nessa confusão senti na pele a discriminação.

 Matei roubei, desprezei, amaldiçoei, amei, sonhei, protegi, perdoei, fui perdoada. Fui pobre fui rica, fui amada desejada, fui amante prostituta, fui freira fui ateu, fui budista fui ateu. fui negra, amarela, parda, fui nativa...briguei pra viver, e lutei ate morrer.

Tive inveja , orgulho, ciúmes, ingratidão, só sonhei com minha satisfação. Tive amor, paciência tolerância e gratidão. Fui cristão!

Entre berços e túmulos vou buscando a minha evolução, se me lembrasse com mais freqüência tudo aquilo que passei, hoje seria a Alessandra sem preconceitos, sem magoas, sem rancores. Porque veria nas pessoas eu mesma, e as aceitaria com mais compreensão e com certeza  essa é minha obrigação. Só tenho a agradecer, por mais que preciso evoluir, eu sei que já fiz muito. Fui mineral hoje sou ANIMAL! Hoje sou a Alessandra, e o meu futuro não arrisco adivinhar, só Deus alinhavara os meu caminhos a andar!

Alê Biét.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Homens de bem!

Conduta de pais, caminho de filhos."

O caráter pode se manifestar nos grandes momentos, mas ele é formado nos pequenos, um Pai constrói Homens de bem.


"Palavras ensinam, mas só o exemplo arrasta!"




terça-feira, 4 de outubro de 2011

As Negras do Meu Coração!

Uma homenagem as diversas negras que deixaram seus filhos em casa pra cuidarem dos filhos brancos das mulheres brancas, para que pudessem ir estudar e divertir.
Mudanças são necessárias!
Mudanças estão acontecendo. Somos iguais e temos que ter direitos iguais.



Dona Cila
De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minh'alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu

Se queres partir ir embora
Me olha da onde estiver
Que eu vou te mostrar que eu to pronta
Me colha madura do pé

Salve, salve essa nega
Que axé ela tem
Te carrego no colo e te dou minha mão
Minha vida depende só do teu encanto
Cila pode ir tranquila
Teu rebanho tá pronto

Teu olho que brilha e não para
Tuas mãos de fazer tudo e até
A vida que chamo de minha
Neguinha, te encontro na fé

Me mostre um caminho agora
Um jeito de estar sem você
O apego não quer ir embora
Diaxo, ele tem que querer

Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
Vai chegar a rainha
Precisando dormir
Quando ela chegar
Tu me faça um favor
Dê um banto a ela, que ela me benze aonde eu for

O fardo pesado que levas
Deságua na força que tens
Teu lar é no reino divino
Limpinho cheirando alecrim


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Bambu Chinês.

bambu chinês (bambusa mitis) é uma planta da família das gramíneas, nativa do Oriente.
Destacamos aqui uma particularidade muito interessante, relativa ao seu crescimento.

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu.

O que ninguém vê, é que uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra, está sendo cuidadosamente construída.


Então, lá pelo final do quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir a altura surpreendente de 25 metros.



Quantas coisas em nossa vida são similares ao bambu chinês...
Trabalhamos, investimos tempo, esforço, dedicação, e às vezes não vemos resultado algum por semanas, meses ou anos.


Quem sabe, se lembrarmos desta lição que a natureza nos dá, através do bambu chinês, teremos a paciência necessária para esperar o tal quinto ano.

Assim não deixaremos de persistir, de lutar, de investir em nós mesmos, sabendo que os frutos virão com o tempo.

Muitos ainda somos imediatistas, desejando o retorno fácil, a conquista instantânea.
Esquecemos que todas as grandes e valorosas conquistas da alma demandam tempo, exigem esforço de muitos e muitos anos.


Este hábito de não desistir de nossos objetivos, de continuar tentando, de não se abalar perante os inevitáveis obstáculos, constitui uma virtude.

Continuar, persistir, manter constância e firmeza, fazem parte da importantíssima virtude da perseverança.
A perseverança é o combustível dos vencedores.




Mas não dos vencedores mundanos, de vitórias superficiais e transitórias. Mas daqueles que vencem a si mesmos, que vencem dificuldades no anonimato.


Thomas Edison, homem perseverante, afirmou que nossa maior fraqueza está em desistir, e que o caminho mais certo para vencer é tentar mais uma vez.




E quantas centenas de vezes ele tentou fabricar sua lâmpada, sem sucesso... E o mais interessante é que as muitas tentativas frustradas lhe davam mais forças ainda.

Eu não falhei. - dizia ele. Encontrei 10 mil soluções que não davam certo.
Em outro momento afirmou que os três grandes fundamentos para se conseguir qualquer coisa são: primeiro, trabalho árduo; segundo, perseverança; terceiro: senso comum.





Aprendamos com esses expoentes que muito conseguiram, não vislumbrando apenas os louros da glória, ou apenas admirando contemplativamente.
Respeitemo-los por suas aquisições valorosas, e enxerguemos o caminho todo que trilharam até conseguir seu sucesso.

                                                             *   *   *
Não asseveres: É-me impossível fazer!
Não redargas: Não consigo!
Nunca informes: Sei que é totalmente inútil aceitar.
Nem retruques: É maior do que as minhas forças.
Para aquele que crê, o impossível é tarefa que somente demora um pouco para ser realizada, já que o possível se pode realizar imediatamente.

Redação do Momento Espírita

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Três dias para ver.

O que você olharia se tivesse apenas três dias de visão?

Helen Keller, cega e surda desde bebê, há setenta anos, escreveu um ensaio que a Revista Seleções publicou e diz mais ou menos assim:


Às vezes, o meu coração anseia por ver tudo aquilo que só conheço pelo tato. Se eu consigo tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos, por apenas três dias.

O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles.


Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente.

 E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus dois cães.


À tarde, daria um longo passeio pela floresta, contagiando meus olhos com as belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr de sol colorido.
Creio que nessa noite não conseguiria dormir.


No dia seguinte, eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria, assombrada, o magnífico panorama de luz com que o sol desperta a terra adormecida.


Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus.
Tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tato. Todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado.


A noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema.


No terceiro dia, a cidade seria meu destino. Iria aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajaria pelo mundo visitando os bairros estrangeiros.
E meus olhos estariam sempre abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu pudesse descobrir como as pessoas vivem e trabalham e compreendê-las melhor.


À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver.
Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixara de apreciar.
*   *   *

Usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos.
Ouçam a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos.
Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tato.
Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos.
Usem ao máximo todos os sentidos. Gozem de todas as facetas da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contato fornecidos pela natureza.
Redação do Momento Espírita, com base no artigo Três dias para ver, publicado na  Revista Seleções Reader’s

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sonhos!

Ele era um jovem que morava no Centro Oeste dos Estados Unidos. Por ser filho de um domador de cavalos, tinha uma vida quase nômade, mas desejava estudar. Perseguia o ideal da cultura.
Dormia nas estrebarias, trabalhava os animais fogosos e, nos intervalos, à noite, ele procurava a escola para iluminar a sua inteligência.


Em uma dessas escolas, certa vez, o professor pediu à classe que cada aluno relatasse o seu sonho. O que desejariam para suas vidas.


O jovem, tomado de entusiasmo, escreveu sete páginas.




Desejava, no futuro, possuir uma área de 80 hectares e morar numa enorme casa de 400 metros quadrados. Desejava ter uma família muito bem constituída. Tão entusiasmado estava, que não somente descreveu, mas desenhou como ele sonhava a casa, as cocheiras, os currais, o pomar. Tudo nos mínimos detalhes.



Quando entregou o seu trabalho, ficou esperando, ansioso, as palavras de elogio do seu mestre.
Contudo, três dias depois, o trabalho lhe foi devolvido com uma nota sofrível.
Depois da aula, o professor o procurou e falou: O seu é um sonho absurdo. Imagine, você é filho de um domador de cavalos. Você será um simples domador de cavalos. Escreva uma outra realidade e eu lhe darei uma nota melhor.


O jovem foi para casa muito triste e contou ao pai o que havia acontecido. Depois de ouvi-lo, com calma, o pai lhe afirmou:
O sonho é seu. Você faça o que quiser. Essa decisão é sua. Persistir neste sonho ou procurar outro.
O jovem meditou e, no dia seguinte, entregou a mesma página ao professor. Disse-lhe que ficaria com a nota ruim mas não abandonaria o seu sonho.


Esta história foi contada pelo dono de um rancho de 80 hectares, próximo de um colégio famoso dos Estados Unidos. A área é emprestada para crianças pobres passarem os fins de semana.
Depois de terminar a história, o dono do rancho se apresentou como o jovem que teve a nota ruim, mas não desistiu do seu sonho.


E o mais incrível é que aquele professor, trinta anos depois, tem visitado, com os seus alunos, aquela área especial.
Naturalmente ele identificou no proprietário o antigo aluno e confessou: Fico feliz que o seu sonho tenha escapado da minha inveja. Naquela época eu era um atormentado. Tinha inveja das pessoas sonhadoras. Destruí muitas vidas. Roubei o sonho de muitos jovens idealistas. Graças a Deus, não consegui destruir o seu sonho, que faz bem a tantas vidas.
*   *   *
Sonhar é da natureza humana. Tudo que existe no mundo, um dia foi elaborado, pensado e meditado por alguém, antes de ser concretizado em cimento, mármore, madeira ou papel.
Martin Luther King Jr. teve um sonho de paz entre negros e brancos. Pelo seu sonho, deu a vida.


Mahatma Gandhi teve um sonho de não violência. Deu a vida por seu sonho.




Redação do Momento Espírita, com base no cap. 55 do livro Para sempre em nosso coração, de Maria Anita Rosas Batista, ed. Minas.

"Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
acreditar nos sonhos que se têem
ou que os seus planos nunca vão dar certo
ou que você nunca vais ser alguém..."